Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Geo-estratégia da Nova Ordem Mundial Judaico/Sionista


 http://castillaunida.files.wordpress.com/2011/03/greaterisrael.gif
Em 2001 estalou a III Guerra Mundial. Enquanto tal acontecia, ninguém estava consciente disso. No dia 11 de Setembro de 2001, um grupo terrorista da Mossad israelita, com apoio dos serviços de inteligência norte americanos e a agência privada de segurança dos edifícios, executou a demolição controlada das Torres Gémeas do Word Trade Center de Nova Yorque, debaixo do chamariz que foi o impacto de dois aviões  Boeing, 747 dirigidos desde o solo. Da noite para o dia esse atentado de falsa bandeira mudou o Mundo. Os mesmos ataques de falsa bandeira como o afundamento do Lusitânia em 1915 ou o bombardeamento de Pearl Harbor em 1941. O 11 de Setembro abriu as portas aos EUA numa guerra de alcance mundial.


O atentado foi atribuido a um inaudito novo inimigo ultrapoderoso, Al Qaeda, dirigido por um agente da CIA —Osama Bin Laden—, que tinha organizado a resistência contra a ocupação soviética no Afeganistão nos anos 80. Bin Laden era em 2001 um homem moribundo afectado de câncer, a causa pela qual faleceu em Dezembro daquele mesmo ano num hospital no Cairo. Deixou vários vídeos gravados e prestou assim o seu último serviço à Nova Ordem Mundial. Mais tarde, quando foi necessária uma maior aparição de Bin Laden nos Media, foi trocado por duvidosos duplos —a especial fisonomia de Bin Laden era impossível de igualar — pelo que deixou de ser visto durante anos. Osama morreu oficialmente a 2 de Maio de 2011 no seu suposto refúgio de Abbottabad, Paquistão. Nunca se viu o seu cadáver. Foi absurdamente atirado de um helicóptero norte americano em alto mar, para que ninguém pudesse comprovar que a  sua segunda morte foi uma representação.


 Três meses antes do 11/9, o magnata judeu Larry Silverstein  foi deixado nas Torres Gêmeas, assegurando que estas seriam imunes a atentados terroristas, estando ele alinhado  com o projecto de reconstrução de outro judeu, o arquitecto Daniel Libeskind. Assim são os judeus: um bom plano geo-estratégico para a implantação da Nova Ordem Mundial Judaica, deve começar por dar bons lucros  aos implicados. Todos recordamos  Silverstein ordenando por via telefónica: “Pull it down!”, referindo-se  ao edifício WTC 7, que não foi atingido por nenhum dos aviões, mas cujo colapso forçado era perfeito para   completar o  seu negócio especulativo.


A evidencia de que se tratou de uma demolição controlada foi certificada por  centenas se não milhares de arquitectos e engenheiros de todo o mundo, os quais analisaram meticulosamente os cálculos e a estrutura do edifício, comprovando que o impacto dos aviões  tinha sido perfeitamente assumido pela magnifica estrutura de aço preparada para resistir a furacões e terramotos de escala máxima; e que os incêndios do combustível das aeronaves resultaram  absolutamente inócuos para os edifícios, pois não se alcançaram os 750 graus Celsius, como evidenciou a temperatura da cor das chamas. Mas a verdade para o povo norte americano, esse rebanho de focas doentes de obesidade mórbida e moleza intelectual, é o que dizem a FOX, a CNN, a NBC, a ABC e o  resto dos media judeus, que são  96% do total, controlados todos por apenas seis familias judias.

Quanto ao Pentâgono deixo a pergunta: O Echelon não registou?

 Depois  de uma autêntica maré propagandística por trás dos atentados, o Congresso dos EUA aprovou o Patriot Act, que suspendeu os direitos fundamentais da cidadania norte americana. A base militar de Guantânamo  preparou-se para receber milhares  de prisioneiros aos quais se pode torturar, e que pelos vistos foi sempre assim e continuará a ser, pois em 2013 a III Guerra Mundial ainda está nos seus primeiros dias.

Os EUA lançaram-se em pé de guerra  total,   invadiram o Afeganistão sob pretexto de que Osama Bin Laden andava oculto em alguma gruta perdida no Hindukush. Na realidade, com a invasão, estancavam a conduta do petróleo do Irão para a China, cujo oleoduto estava em projecto. Quando os  congressistas democratas expressaram os seus protestos ante a escalada de violência de guerra do governo Bush em Outubro de 2001, receberam umas quantas cartas com antrax que foram um  bálsamo para os  seus sintomas anti-patrióticos. Depois soube-se que o antrax provinha dos United States Army Biological Warfare Laboratories de Fort Detrick, en Maryland.

Seguiu-se a invasão do Iraque, tendo sob pretexto a hipótese de que seu outrora aliado, Saddam Hussein — quem  armado pelos  EUA, combateu contra o Irão pós-Xa desde 1980 a 1988— possuía armas de destruição maciça que iria utilizar muito breve. Contra quem? Não contra os EUA a 10.000 km de distancia, mas sim contra Israel. Demonstrou-se logo que não existiam tais armas, que tudo isso era outra escandalosa mentira da CIA, mal apoiada pela Mossad. Mas o país onde se diz que Deus fundou o Paraíso terreno foi arrasado, todas as suas riquezas culturais destruídas ou saqueadas e ainda hoje, mais de uma década depois, o país não consegue ter paz,  porque os atentados terroristas  sucedem-se diariamente.

Para atirar os aliados para  a guerra pelo petróleo, os atentados de falsa bandeira  repetiram-se no 11 de Março de 2004 em Madrid  e a 7 de Julho de 2005 em Londres, todos  executados pela inteligência israelita  Mossad com apoio da OTAN.

Desde então, todos os países árabes ou muçulmanos produtores de petróleo, desde a Líbia até à Síria, foram atacados pelos EUA ou pelas forças da OTAN, excepto o Irão e os países aliados dos EUA, como Arábia Saudita. Muitas vezes, as provocações do estado fascista de Israel  serviram de pretexto para as invasões posteriores  do Império. Foram também  atacados mediante atentados terroristas de falsa bandeira países como a Noruega, por se negar a bombardear Líbia.

A III Guerra Mundial está em marcha e é uma guerra total. Os posicionamentos da Rússia e da China são cruciais. Em qualquer momento pode desencadear-se uma guerra nuclear aberta. Israel lançou una bomba atómica táctica de baixa potência sobre Damasco e ameaçou lançar uma nuvem cogumelo sobre Teerão em diversas ocasiões. Já lançou bombas convencionais contra instalações nucleares iranianas e preparou uma operação para bombardear a central de Natanz, onde  colocam a hipótese de que milhares   de centrifugadoras produzem urânio enriquecido, assim como nas instalações  de Eshafan, bem como o  reactor de água pesada de Arak.

Nos dias de hoje , as forças da OTAN defendem que a guerra é da Al Qaeda contra o regime sírio de Al Assad com armas e munições. Ou seja, estão a apoiar e a  armar o  seu suposto inimigo a Al Qaeda, exactamente o mesmo que fizeram na Líbia, demonstrando assim o utilitarismo do conceito do terror global e o que a Al Qaeda é na realidade, uma horda de mercenários pagos pelo Ocidente para arrasar a parte do mundo muçulmano, cujo subsolo é abundante em lençóis de crude de fácil extracção. É com mais sanha ainda, quando se trata de territórios que "Sião" considera como próprios do "Grande Israel" por direito divino.

Se as forças da OTAN não  bombardearam o território sírio ainda, como fizeram na Líbia, é porque a Rússia colocou lá dezenas de mísseis S-300.  A Síria é o cenário actual da guerra entre dois blocos: O Imperio Judeu-Euro-Americano e a resistência Russo-Comunista a  que se juntam forças tão heterogéneas quanto o Hezbolah —2000  membros uniram-se ao exército regular sírio para libertar Qusayr— ou efectivos do exército iraniano. A Rússia não necessita do petróleo do Médio Oriente, mas  não pode tolerar a ocupação ocidental nos arredores das suas fronteiras. Já os EUA mostraram as suas piores intenções armando o governo da Georgia na crise da Ossétia e inclusivamente,  houve  efectivos do exército regular norte-americano e britânico a combater no terreno, com muitas baixas  e prisioneiros. Putin não baixará a guarda desta vez.

Na escalada de tensão foi crucial o lançamento por parte de Israel, de uma bomba de penetração de alta eficiência, uma ogiva nuclear táctica de dois kilotones, a princípios  de Maio de 2013 nas proximidades de Damasco.  O presidente Netanyahu aludiu ao inqualificável acto de guerra como  um "ataque preventivo para a eliminação de armas de destruição maciça". Outra vez o mesmo subterfúgio, que voltou a repetir-se há poucos dias, quando se mostraram terroristas da Al Qaeda com os efeitos do gás sarín, seguramente procedente da Turquia. Uma nova ficção como justificação de ataques ulteriores. Mas  atacar Damasco parece ter-se voltado contra eles. A adesão do Hezbollah à   causa de Al Assad assim o prova. Netanyahu parece crer que pode atacar território árabe sem que os povos árabes da zona, inclusive os inimigos do regime sírio,  reajam contra. Ou é um gesto calculado para obrigar os  EUA a intervir ante tais alianças?

Não é a primeira vez que se utilizam bombas nucleares tácticas de potência variável na zona: Na Primeira Guerra do Golfo, os norte-americanos lançaram uma bomba nuclear de 5 kilotones entre Basora e a fronteira do Iraque. Insistimos em que o bombardeio das instalações perto de Damasco foi um ataque nuclear, por mais que os Media não o mencionem. O duro ataque foi uma represália pelo afundamento de um submarino israelita com equipamento nuclear de construção alemã, por cargas de profundidade lançadas de uma lancha de la patrulha naval Síria.

A desfaçatez dos EUA e Israel não tem limites. Estão ambos dispostos à guerra, a Sinarquia (conjunto de poderes) Financeira Internacional de Londres. Enquanto isso, Moscovo e Pequim  compram todo o ouro possível nos mercados internacionais, fazendo caso omisso das manipulações do  preço pelos banksters londrinos. Sabem da sua importância capital no pós guerra, uma vez que todas as moedas fiduciárias perdem o valor simbólico.

O único travão  a toda esta loucura, seria se o próprio governo de Obama se assustasse perante uma escalada de tensão que não esperava: A Rússia  assumiu que a guerra mundial é inevitável. Há uma década que constrói refúgios nucleares e está presente na batalha: desalojou de seus esconderijos dezenas de mísseis de cruzeiro S-300 para território sírio, como levou para lá das fronteiras sírias dezenas de milhares de efectivos, várias divisões blindadas e mobilizou submarinos, vários destroyers e um porta-aviões na costa síria, assim como vários submarinos nucleares para o Hemisfério Sul. Mas a política de apaziguamento de Obama a Israel não funcionou. Há um ano atrás, Obama ofereceu garantias ao lobby judeu mais poderoso dos Estados Unidos, de que o Irão não dispunha de armas nucleares. Mas isso Sião sabia-o. E não é isso que lhe importa. Querem levar adiante  o projecto do "Grande Israel" a qualquer preço,  oferecendo ao néscio  Golias yankee o petróleo barato da zona. E o  néscio Golias acaba de mobilizar hoje mesmo, uma divisião de marines na fronteira entre a Siria e Jordania. Enquanto a  Rússia se dispõe a  mobilizar "apaziguadoras forças de intervenção" na  fronteira entre Síria e Israel.

Estão loucos os judeus-sionistas? Por agora parece que estão a  perder a batalha na Síria. Mas os judeus sempre foram crentes, de que debaixo da protecção do seu deus Jehová, a vitória é para os ousados e que o fim justifica os meios: A Mentira permanente, A Guerra, A Estafa, O Genocídio, A Manipulação Mediática, o que seja. Tudo vale a pena para tornar realidade esse "Grande Israel" que abarcará desde o Tigre na Península Arábica, toda a Síria, metade do Iraque, toda a Jordânia, uma parte do Kuwait, que lhe dará saída ao Golfo Pérsico e uma parte do Egipto, que chega até ao Cairo. Ou seja, todo o cenário bíblico visto pelo povo de Israel, desde a morada de Adão e Eva, ao Êxodo do Egipto, cruzando o Mar Vermelho, com término em Jerusalém. Isso é produto da insanidade mental colectiva ou perfeitamente possível?


A  economia de guerra impõe-se no mundo. Assim se explica a intencionada e absolutamente evitável crise económica provocada pela Sinarquia Financeira Internacional como elemento prévio para forçar a guerra. 
Os ricos acomodados são sempre pacifistas. Os pobres arruinados são carne para canhão. As armas estão prontas. Os cadáveres desta III Guerra Mundial seremos nós, as populações do mundo inteiro. Se os falcões  norte-americanos impõem o seu critério ao de Obama, que será mais que provável , dada a influência que têm os lobbys judeus norte americanos, e sabendo que  70% dos funcionários que rodeiam  Obama são judeus sionistas, vamos  morrer como escaravelhos pulverizados com Zyklon B.

O  caso é que, dada a atenção que o mundo presta a todos estes feitos, nem sequer nos vamos aperceber. Morreremos enquanto vemos qualquer programa de lixo na televisão.. Não se perderá demasiado com isso, excepto os muitíssimos mortos do "Raça Superior" ou "Povo Eleito", que desta vez sim, acudirão pontuais ao seu particular Holocausto  ----  "sacrifício a Jehová de corpos de vítimas incinerados até á sua  consumação total"— no território do actual Israel. 

É o que têm  algumas grandes mentiras universais: Cedo ou tarde se tornarão reais .

fontes:  http://acratasnew.blogspot.com.es/2013/06/guerra-contra-el-terrorismo.html
 http://consciencia-verdad.blogspot.pt/2013/06/geoestrategia-del-nuevo-orden-mundial.html
A tradução é da minha autoria.

Quando é mais forte do que nós

 

Caros amigos e leitores:


Tinha decidido fechar o blogue, por cansaço e esgotamento de tantas notícias ruins que compõem a actualidade. Mas a verdade, é que algo não me deixa estar alheada da realidade de nossos dias. Uma força maior do que eu não me deixa abandonar o "navio". Sou daquelas pessoas que só abandonará o navio quando for obrigada a isso e pelos vistos, tal só sucederá quando estiver submerso. Guardei em rascunho o post de despedida, como lembrança dos bons amigos que tenho feito e que trago no coração. O que me deu ainda mais força a continuar, foram as amizades que fiz, a continuidade de visitas, especialmente do estrangeiro, a quantidade de emails que recebi exortando-me a continuar e a força que me impele a não "calar" o que venho a saber. Obrigada a todos pela vossa atenção, carinho e camaradagem.  Estamos aí. Bem hajam!



Domingo, 19 de Maio de 2013

No Ventre Da Natureza

Nestes caminhos virtuais que percorremos dia a dia, numa busca incessante de respostas para as nossas perguntas, onde tentamos expor o que de errado está com a nossa civilização também,  encontramos por vezes outros espíritos na mesma senda, na mesma luta diária do caminho da Luz. É sempre através de uma boa acção, por muito insignificante que seja, que encontramos a alegria de viver,  porque essa boa acção, tem sempre um retorno e esse retorno, quando menos se espera aparece. Essa alegria, está no reencontro desses espíritos cheios de luz e de vida, de camaradagem e vontade.
Passo a transcrever um excerto do livro, que em boa hora o seu autor resolveu oferecer-me, num gesto de carinho e harmonia:

Uma Obra Mágica, O Ventre Da Natureza 


 O tigre, todos os tigres, e todos os animais, trariam mais tarde a certeza do desafio, do alimento, da protecção e o aviso de que é neles que está uma consumação. Quando morrer o último tigre, o homem perderá o norte e o destino tocará um requiem por quem poderia ter sido e não conseguiu ser, quis e não soube resistir, existiu e não pôde viver!
 


Entre o homem e o tigre há um rio. A água é o instinto que os une e os separa. Enquanto um vive e depende dele, o outro tenta dominá-lo e erra sempre ao evocar desnecessária e erradamente a divindade, esquecendo-se que ela é tudo, o bem e o mal, a luz e as trevas.
Nem sempre somos assistidos por quem pensamos. Ao tigre, esse erro não é permitido porque as pulsões plasmam-se nele com a natureza que é a mãe de todas as coisas, a génese, a Mãe da própria divindade, o instinto omnipresente, o Caos organizado, a vibração do pensamento. Perfeita, rigorosa, infalível, imutável, fria, justa e impenetrável como a vida. A vida é a lei. 



A razão é, na carne, a mais falível porque advém do barro da terra e engana-se nas falsas visões, nas miragens que a paisagem humana oferece. É masculina, exterior, fria. 

Se não receber a água da emoção, seca e fragiliza-se como um torrão de areia do deserto, protectora, mãe, mulher, interior. É sempre feminina mesmo no homem. 


A emoção e a razão são o casal a funcionar. A água e o fogo. Um por dentro e outro por fora. Ele a protegê-la e ela a construí-lo, a dar-lhe confiança na dádiva com que o sexto sentido a fadou. O instinto é
neles o perfume sagrado que os protege e lhes alimenta a sobre-vivência. E isso é um acto de amor. É construção! Uma herança que “as trevas malignas” tentam confundir com os novelos que fazem cair
no colo de cada um, desfiando-nos a seu belo prazer à medida que empurram cada alma para o seu abismo. 


E os corpos transformam-se pouco a pouco, até que nada de luz lhe reste na alma e assumam a pele de escravo, autómato da grande e poderosa pantera negra, doravante senhora , regente e alimentadora de cada palavra, de cada gesto, de cada acção. O pensamento esvair-se-á aí porque reflecte a luz, e sem LUZ a história da floresta humana fica pintada com as cores fortes do vermelho do sangue, do negro da fome e do roxo do sofrimento. 


O sal da terra e o pão do universo são ele e ela em cada casa, Adão e Eva primordiais, mesmo que ele seja ela e ela seja ele.
O objectivo da criação não está na reprodução, está no crescer, no vencer, no vencer-se, no caminhar para a luz, eliminando o grande inimigo que nos consome, nos faz trair, nos suicida e nos faz morrer vivos. A felicidade é uma inundação de água fresca e límpida. A luta é o homem a arder sem se queimar. E isso é um acto de amor . O amor é a arte do reencontro através do que conquistamos, sempre mais
cheios daquilo que conquistámos e do que sempre recusámos.
 


As memórias assaltam-nos sempre que olhamos para dentro. Um pouco mais abaixo, o desígnio da saudade da companheira e a curva do rio prepara o toque milagroso.

 O tigre, sentado como uma estátua egípcia, contempla a possível companheira. A sua rainha bebe água e espera-o. O instinto também a ela lhe diz que está a ser observada, mas não por um macho qualquer. Pelo seu eleito. Há muito que decidiu ser dele, e é ela quem quer. Foi ela quem escolheu aquele que a vai seduzir. E ei-lo presente, grande, poderoso, liberto. As coisas só acontecem depois de outras coisas acontecerem. O tigre descobriu a capacidade de amar e a diferença entre acasalar ou ter alguém. 

Com um gesto há muito meditado, aproxima-se e bebe junto dela. Água ou vinho, ou seiva, mel ou mesmo fel, não importa. Os sentidos nem estavam para aí virados. Rebentou um dique de fogo no seu coração e ali está uma boa razão para viver. A água, que os envolve, baptiza-os. Rosnam e a luta chapinhada é um jogo infantil, pleno de alegria e encanto.
Dir-se-ia que ambos riem do olhar duro e frio da pantera negra, que os observa na saliência de uma escarpa.



Por:  Paulo M. Coelho

Muito Grata Paulo!  um abraço cheio de Luz.

E para ti,   meu Querido Voz 0 db  que o Tempo pare para Sempre, num sopro de felicidade nos braços da tua Fada amada. Um dia nos encontraremos. Até Sempre... Nobre Guerreiro!  :(



Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Os judeus, o fim da diáspora e o início do Fim

  Um sermão na sinagoga  

1994: O rabino da sinagoga Adath Yisrael, dedicou o seu sermão do sabbath, no centro cultural e político judeu, sediado em Cleveland Park, Washington D.C. ao "grandes" judeus americanos.

"Pela primeira vez na história americana sentimos que nós judeus já não vivemos em diáspora. Os EUA já não têm um governo Goyim, mas sim uma Administração onde actuam os judeus como sócios do poder decisório actuando a todos os níveis. 

Quem sabe, os aspectos da lei religiosa judaica relacionada com o termo 'governo Goyim', devesse ser reexaminado, já que é um termo antiquado nos Estados Unidos.
Com efeito, ao que aos judeus diz respeito, o presidente Bill Clinton contribuiu para uma verdadeira mudança no plano da administração, tendo concluido uma série de mudanças que contribuiram para fortalecer o poder dos judeus, um processo que teve início com o Presidente Reagan e o seu Ministro de Assuntos Exteriores, George Shultz. 


A verdade é que a influência política judaica na América, também foi um facto nas décadas anteriores. Vimos já um Ministro de Assuntos Exteriores judeu, Henry Kissinger, desfrutando da plena confiança do presidente Richard Nixon. Houve membros de gabinete judeus sob a admnistração de Carter.; no entanto eram excepção à regra, especialmente aos judeus piedosos, que raras vezes eram designados a participar nos trabalhos no que concernia ao Médio Oriente.


O quadro agora mudou totalmente, por exemplo: todas as manhãs, por volta das seis horas, carros da CIA deslocam-se até à Casa Branca, com oficiais de altas patentes preparados para apresentar ao Presidente e aos quatro conselheiros superiores, um PDB (President's Daily Briefing) que é o termo mais exclusivo para apresentar informações em Washington. O documento tem entre 5 e 7 páginas, acompanhadas de fotos satélites altamente secretas, fornecidas pelo Pentágono. Reúnem-se durante a noite, os melhores peritos de inteligência americana e analisam telegramas e informações que chegam à CIA, através dos seus agentes em todo o mundo e contêm a mais sensível informação sobre o que se passa no mundo.


O seu carácter particular, comparando com os outros documentos de inteligência americanos, está no feito de que quase sempre se indica a fonte de informação, se se trata de um documento roubado por um espião, de um agente ou "toupeira" que se infiltra nos governos estrangeiros, ou se a informação vem de um toque de satélite.


Se Clinton está em Washington, tem uma discussão curta sobre o 
conteúdo do documento com os outros cinco destinatários: O vice presidente Al Gore, o Conselheiro de segurança Nacional Anthony Lake, o Chefe de Estado maior da Casa Branca Leon Panetta, o Conselheiro para a Segurança Nacional Samuel Berger e o Conselheiro de Segurança Nacional do Vice Presidente Leon Perth. Dos destinatários, Berger e Perth, são entusiastas judeus; alcançaram estes postos que são extremamente sensíveis para a política norte americana e eles não são nenhuma excepção.  No Conselho de Segurança Nacional, sete dos onze cargos superiores, são judeus. 


Clinton colocou-os no topo das mais sensíveis admnistrações de Segurança Nacional e Política Exterior. Sandy Berger é o Vice Presidente do Conselho; Martin Indyk, o intencionado embaixador em Israel, é  director  mayor responsável pelo Sul da Ásia e Médio Oriente. Dan Schifter é o director mayor e conselheiro do Presidente, responsável em África; Richard Steinberg, é director mayor, conselheiro do Presidente e responsável pela América Latina; Stanley Ross, director mayor e conselheiro do Presidente que está a cargo da Ásia.  A situação não é diferente no bureau dos presidentes que está cheio de entusiastas judeus. O novo conselheiro da Casa Branca é Abner Mikva.  



A seguir, a lista dos presidentes e gestores de programas:
Ricki Seidman; subdirector de pessoal, Phil Leida; conselheira económica, Robert Rubin; director de meios, David Heiser, director de pessoal, Ely Segal; responsável pelos voluntários; Ira Magaziner, responsável pelo programa de saúde.
Dois membros do gabinete, o secretário do trabalho Robert Reich e Mikey Cantor, responsáveis pela área de acordos comerciais, são judeus. São afiliados de uma longa lista de categorizados judeus no Departamento de Estado, encabeçada pelo chefe dos Assuntos de Paz, na equipa para o Médio Oriente; Dennis Ross, seguido de muitos vice ministros e ainda assim, categorizados como Chefes de Estado Mayor das secretarias.



Quiçá a coisa mais intrigante para mim quando me desloquei aos EUA, se deu quando me encontrei com o judeu americano organizado. O melhor lugar para vê-los tal qual são, é o lugar a que eu  ia todos os anos para os admirar e desta vez realizava-se a convenção anual do lobby pró Israel: AIPAC. 


Sempre me perguntava sobre qual o valor da experiência judia na América, na qual Israel está concernido. Se a identificação com Israel deriva de uma profunda sensação de um destino comum judeu, ou se é um dos instrumentos da comunidade local, para ter poder e conseguir realmente a igualdade de direitos numa sociedade mista, compreendida por muitos imigrantes e membros de várias Fés? Será que o poder judeu nos EUA, um fenómeno que diminuírá ou que se incrementará? Serão os inter matrimónios entre judeus e gentios, o que ameaçava debilitar o poder judeu nos EUA? Ou, como às vezes temi, estariam os judeus americanos edificando um novo centro cultural e político judeu que competiria com Israel? 


Adath Yisrael: A sinagoga em Washington não é só um lugar de culto. É uma comunidade judaica central, com um jardim de infância judeu de prestígio, uma escola judia com Judaísmo, literatura, cultura e por suposto, aulas de hebraico. Aos sábados há sempre duas sessões separadas de rezas. A primeira é mais extensa atraindo centenas de crentes e que termina com comida bendita na mesa, exibida com bom gosto, com as delicadezas judaicas. Os seus membros pertencem à nata das natas da sociedade de Washington; funcionários hierarquizados da administração, advogados de êxito, homens de negócio muito ricos. Todos são gente rica. 
Na próxima semana, no novo ano judeu, as rezas serão feitas por outros judeus que em geral costumam passar os seus fins de semana em clubes exclusivos, nos campos de golfe mais caros, ou cavalgando nos melhores cavalos, ou nas suas dispendiosas casas, perto dos lagos da Virgínia Ocidental, ou navegando nos seus yates privados. 


 Na próxima semana, como durante todo o período de férias judeu, as mais caras limousines que se possam imaginar, pararão na entrada de sinagoga, para deixar sair as mulheres elegantes por um lado e por outro lado, homens mumificados nos seus dispendiosos trajes, seguidos de crianças bem vestidas. O preço da entrada da sinagoga é de 1000 dólares para um só dia de férias.

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Bandera Israeli: A outra sinagoga que compete com a jovem geração de judeus ricos, localizada em Georgetown. Trata-se de uma sinagoga  totalmente ortodoxa, mas as suas rezas são conduzidas ao estilo israelita favorito pelo 'Gush Emunim'. A bandeira israelita é orgulhosamente mostrada sobre a Sacred Ark, junto à bandeira americana. Em cada sabbath, as rezas incluem as bênçãos aos soldados americanos judeus israelitas e rezas para o bem estar do governo israelita e seu funcionários. Muitos funcionários da Admnistração americana judeus, rezam ali. Eles não somente não tentam esconder a sua afiliação religiosa, como a ostentam em grande medida para demonstrar o seu Judaísmo, já que isto pode ajudar enormemente nas suas carreiras.


A enorme influência judaica em Washington não se limita ao governo. Nos Media, uma parte muito sigificativa dos personagens mais importantes e apresentadores dos programas mais populares da TV, são entusiastas judeus.
Uma parte significativa de responsáveis dos mais importantes Media, redactores de imprensa e analistas são judeus e muitos deles entusiastas judeus. Muitos deles estão influenciados a favor de Israel, mediante a conveniente assistência destas sinagogas.


O repórter político do AP, Barry Schweid e o repórter em temas educativos do Washington Post, Amy Schwartz, assistem com regularidade às rezas e aos quais se considera como próximos a Israel, na sinagoga  de Cleveland Park. 


Neste contexto não nos esquecemos do predomínio judeu nas instituições académicas de Washington, nos institutos nacionais de saúde, a percentagem de investigadores judeus é muitíssimo alta em relação ao resto da população. Nos campos da segurança e da ciência, na indústria cinematográfica, na arte, na literatura, a influência judia só pode ser descrita como imensa, com o correspondente realce do poder judeu."



Fonte: Artigo impresso no jornal israelita "Ma'ariv" em língua hebraica com o titulo "Quem controla o Governo   dos Estados Unidos?"
com data  de 2 de Setembro de 1994 e traduzido por Israel Shahak, Artigo actualmente dentro da base de dados da web Nizkor.

 http://www.thephora.net/forum/showthread.php?t=2990
 http://www.thephora.net/forum/archive/index.php/t-2990.html

A tradução para português é da minha autoria

Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

O Brasil privatizado


Um governo ao serviço do grande capital



A Comissão Política Nacional do PCB avalia que o recente pacote econômico anunciado pelo governo, envolvendo recursos no valor de R$ 133 bilhões [1] para obras de infraestrutura da malha ferroviária e rodoviária, consolida e aprofunda a opção do governo do PT pelo grande capital e amplia de maneira acelerada o processo de privatização da economia brasileira, sob os disfarçados nomes "concessões", "parceria público-privada".

Esse pacote é apenas a primeira etapa do chamado Programa de Investimento em Logística, que ainda vai abranger os setores de energia, portos e aeroportos e vem consolidar a linha iniciada com a privatização dos três principais aeroportos do País e de uma rodovia que liga o Rio de Janeiro ao Espírito Santo.

Esta medida representa o escancaramento de uma linha política muito semelhante à do governo Fernando Henrique Cardoso, de entregar o patrimônio público para a iniciativa privada; tanto que o próprio PSDB publicou matéria paga nos jornais cumprimentando a presidente Dilma pelo novo programa de privatizações. Além disso, todo o empresariado comemorou o pacote e fez coro em elogios à presidente, chegando ao ponto de Eike Batista, o empresário mais rico do País, ter definido o pacote como o "kit felicidade" para o empresariado.

O chamado choque de capitalismo – um volume colossal de concessões à iniciativa privada, como bem definiu a revista reacionária Veja – vai privatizar 7,5 mil quilômetros de rodovias, muito mais que todas as concessões do governo passado, que atingiram pouco mais de 5 mil quilômetros, e ainda 10 mil quilômetros de ferrovias. Como informa orgulhosamente o jornal O Globo, porta-voz dos interesses do grande capital, o Brasil, com 23,4 mil km de rodovias com pedágio [2] , passa a ser recordista mundial dessa forma de privatização, à frente até da Alemanha e Estados Unidos.

Para facilitar ainda mais a vida do empresariado, o governo se encarregou de garantir a compra de toda a capacidade de transporte de carga das novas empresas concessionárias, o que significa que esses empresários não correrão qualquer risco de prejuízo em caso de baixa demanda por transporte de carga.

Além disso, ainda dentro do pacote de bondades ao empresariado, ficou acertado que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará cerca de 80% dos projetos de privatização, num processo também semelhante ao do governo FHC. É o dinheiro público, mais uma vez, financiando os investidores privados. E, para que não se tenha dúvida dos objetivos do governo, este ainda vai conceder incentivos (renúncias fiscais) aos consórcios vencedores das privatizações das rodovias e ferrovias e divulgar nas próximas semanas novas medidas privatizantes na área de portos e aeroportos.

O governo, anuncia com alegria a imprensa burguesa, também concederá "incentivo" adicional aos vencedores das concessões: a desoneração da folha salarial nos setores de transporte aéreo e de carga, navegação de cabotagem, transporte marítimo, navegação de apoio marítimo e portuário, e manutenção e reparação de aeronaves, motores e componentes (renúncia de cerca de R$ 900 milhões [3] ). Ganha a burguesia e perdem os trabalhadores, pois estes setores deixam de contribuir com 20% da folha de pagamentos à Previdência Social, e passam a recolher uma alíquota de 1% ou 2% sobre o faturamento bruto.

Trata-se, portanto, da consolidação de um modelo radical de construção de um estado máximo para o grande capital e mínimo para os trabalhadores. Não é essa a essência do que se chama de neoliberalismo? Mais uma vez fica demonstrado o caráter de classe do governo Dilma: enquanto nega reajuste de salários aos 400 mil funcionários públicos e professores universitários em greve e endurece as negociações com os trabalhadores, abre os cofres do governo, via BNDES, 


para os empresários adquirirem o próprio patrimônio público. O mais vergonhoso é que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras centrais pelegas [4] , que deveriam estar ao lado dos trabalhadores grevistas, avaliaram as medidas privatizantes como positivas e deram seu aval às privatizações, o que demonstra a completa degeneração tanto do sindicalismo chapa branca [5] quanto do sindicalismo pelego [6] no Brasil.

Não precisamos esperar que os vencedores das concessões sejam anunciados para saber, a priori, que, além das empreiteiras e dos novos ricos escolhidos pelo governo, os fundos de pensão ligados ao sindicalismo oficial e pelego (como Previ, Petros e Funcef) estarão entre os principais beneficiários da decisão do governo. Mais uma vez, o "PT Patrão" estará representado nos conselhos de administração das grandes empresas que serão criadas, em novos setores estratégicos da economia brasileira.

Com esse pacote de privatizações, o governo do Partido dos Trabalhadores (e seus aliados à esquerda e à direita) tira a máscara definitivamente e sepulta as ilusões dos ingênuos e daqueles que ainda acreditavam que esse governo possuía alguma dimensão popular. Além disso, confirma as avaliações que o PCB vem fazendo a respeito do PT desde 2005, quando rompemos com o governo e passamos a ter uma posição independente, mesmo com a incompreensão de vários setores da esquerda. Afinal, o critério para avaliar um governo é a sua relação com os interesses dos trabalhadores. E, nesse caso, essa é uma administração que governa essencialmente para o capital, que articula e financia seus negócios, e dá apenas migalhas para os trabalhadores, de quem ainda quer retirar o pouco que têm, com a proposta de flexibilização para baixo de direitos trabalhistas, que em breve enviará ao Congresso Nacional.

PCB – Partido Comunista Brasileiro
[1] €53 mil milhões
[2] Pedágio: portagem
[3] €359 milhões
[4] Centrais pelegas: centrais amarelas
[5] Chapa branca: cor da matrícula dos carros oficiais
[6] Sindicalismo pelego: sindicalismo amarelo


O original encontra-se em pcb.org.br/...

Sábado, 11 de Maio de 2013

O discurso proibido


 Vale a pena recordar este maravilhoso discurso de Hugo Chávez. Intrepidez, Coragem e Verdade são as suas caratecrísticas dominantes. Para não esquecer nunca.

No final Obama discursa também e diz: "A América seguirá o curso das suas acções. Acreditamos que o que é bom para nós, é bom para todos." 

Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

Um sopro visionário

Agora, 2013, é muito pior do que os anos 60 e 70. Eu estive lá, estava lá há  meio século. (América)

Estamos cercados esperando "a hora do rush". As favelas são campos de concentração gigantescos. Confinaram e emburreceram todos os desmemoriados nas cidades longe dos campos onde vige o agrotóxico genocida grande negócio. A tal de "segurança contra o terrorismo" e a violência é uma trampa, desde 2001 e o 911, assim como o "maravilhoso" negócio do tóxico, armas, tráfico e lavagem de dinheiro sujo.


 Até o Vaticano está atolado nessa até acima do pescoço. Vivem disso, é sua escência. A farmáfia, sócia da genocida, vai solapando a saúde da "galera" enquanto um novo vírus mais eficiente não sai de seus laboratórios... Estamos em 1938 e ninguém quer ver esta duríssima verdade. Naquele tempo também não... Cara, a lista é grande e não tem fim. Aqui, como lá, e aí, os reis reinam mas não governam. Pupetes, marionetes do milenar poder oculto. Os banqueiros administram a escassez planejada de tudo, inclusive a da internacionalização da Amazônia, que nunca foi nossa, a mando dos senhores da nova ordem mundial escravista e seu 4º reich para mais mil anos de antropofagismo. As utopias humanitárias são concessões táticas dentro da estratégia escravagista. É preciso pensar fora da caixa propostas pelos doutrinadores a serviço das casas grandes. Senão não se enxerga a realidade, só a inverdade imposta por eles.


Tudo jogado na lata do lixo desta desgraçada humanidade. Agora, os "dominadores" invisibilizaram-se. Estão em toda parte em nome da demoniocracia sustentada pelas forças midiáticas que estupidificam os povos do mundo a fundo perdido. Sabes qual é o orçamento da CIA e o do complexo industrial militar? Ninguém sabe. Só para falar do Sul... A Colombia foi anexada, é o Israel da América, é uma "colônia",  sentou na mesa da NATO como convidado de honra e absoluta confiança. 

Hugo Chaves foi cancerizado. Todos os bolivarianos estão na alça de mira dos generais Custer do século XXI. Lula e Dilma servem à nova ordem mundial nazi sionista. Maçonaria,  anglo saxonica. Israel comanda as forças armadas brazsileiras. O Haití foi transformado na maior base militar do caribe 72hs depois daquele terremoto fabricado com HAARP. Lá se treinam as tropas que farão a repressão e extermínio dos brasileiros e outros povos favelados. 

A 4ª frota está estacionada em frente a São Paulo pronta para uso. Pré sal, conhece? Aquífero Guarani. Petróleo, ouro, prata, nióbio, ferro, terras riquíssimas sem fim, o Brasil e toda América do sul é a terra proibida pois é a terra prometida. 500 anos de escravidão consevada com corpinho de 18. O Paraguai, cujo golpe de estado recente ninguém prestou atenção, (lembra de Honduras? Foi o teste inicial. Já esqueceu...) tem a maior pista para aviões gigantescos que podem transportar tropas e bombas, como verdadeiros cavalos de Tróia...


Um dia você e vai lembrar dolorosamente desta nossa conversinha... Não vai demorar muito não. Tomara Aqui, propriede da velha Inglaterra e seus capitães do mato, (Portugal um dia penhorou o Brasil), os campos de concentração serão os estádios construídos para a copa do mundo e olimpíadas...
O garrote vil vai nos sendo apertado enquanto nós assistimos sacrificar anestesiados pela televisão... Sinto muito pelo dantesco infinito futuro que construímos com nossa programada cretinice.

Que exista, lá, ainda, esta bendita internet para trocarmos as derradeiras figurinhas... Eles sabem que o processo deve e precisa ser lento e gradual. Hitler, vaidoso, se afobou e cometeu muitos erros. Atrasou os planos mais de setenta anos... Mas, agora... Os EUA já construíram, e estão prontos para uso, centenas de campos de concentração. Estocaram milhares de guilhotinas e milhões de caixões para mais de quatro cadáveres, e, fizeram, impunemente, de Guantânamo, sua vitrine do way of life para o próximo milênio dos não mais de 500 000 000 de escravos de sua nova ordem mundial. O urso e o dragão são donos e jogadores deste mesmo cassino.



Um texto do meu Amigo Infinito ALDO LUIZ

Domingo, 5 de Maio de 2013

Uma licença para mentir como prenda de Hollywood

A invasão real da África não está nos noticiários 

 Uma invasão da África de grandes proporções está em andamento. Os Estados Unidos estão a instalar tropas em 35 países africanos, a começar pela Líbia, Sudão, Argélia e Níger. Isto foi informado pela Associated Press no Dia de Natal, mas ficou omisso na maior parte dos media anglo-americanos.

A invasão pouco tem a ver com "islamismo" e, quase tudo a ver com a aquisição de recursos, nomeadamente minérios, e com um acelerar da rivalidade com a China. Ao contrário da China, os EUA e seus aliados estão preparados para utilizar um grau de violência já demonstrado no Iraque, Afeganistão, Paquistão, Iémen e Palestina. Tal como na guerra-fria, uma divisão de trabalho exige que o jornalismo ocidental e a cultura popular providenciem a cobertura de uma guerra sagrada contra um "arco ameaçador" de extremismo islâmico, não diferente da falsa "ameaça vermelha" de uma conspiração comunista mundial.

por John Pilger
A recordar a Luta pela África no fim do século XIX, o US African Command ( Africom ) construiu uma rede de pedintes entre regimes colaboracionistas africanos ansiosos por subornos e armamentos americanos. No ano passado, o Africom ensaiou a Operação Esforço Africano (Operation African Endeavor), com as forças armadas de 34 países africanos a nela tomarem parte, comandadas por militares estado-unidenses. A doutrina "soldado para soldado" do Africom insere oficiais dos EUA a todo nível de comando, desde o general até o primeiro-sargento.

É como se a orgulhosa história de libertação da África, desde Patrice Lumumba até Nelson Mandela, estivesse destinada ao esquecimento por uma nova elite colonial negra ao serviço do mestre cuja "missão histórica", advertiu Frantz Fanon há meio século, é a promoção de "um capitalismo desenfreado embora camuflado".


Um exemplo gritante é o Congo Oriental, um tesouro de minerais estratégicos, controlado por um grupo rebelde atroz conhecido como M23, o qual por sua vez é dirigido pelo Uganda e o Ruanda, os procuradores de Washington.


Planeada há muito como uma "missão" para a NATO, para não mencionar os franceses sempre zelosos, cujas causas coloniais perdidas continuam em prontidão permanente, a guerra à África tornou-se urgente em 2011 quando o mundo árabe parecia estar a libertar-se dos Mubaraks e outros clientes de Washington e da Europa. A histeria que isto provocou em capitais imperiais não pode ser exagerado. Bombardeiros da NATO foram despachados não para Tunis ou Cairo mas sim para Líbia, onde Muammar Kadafi dominava as maiores reservas petrolíferas da África. Com a cidade líbia de Sirte reduzida a escombros, as SAS britânicas dirigiram as milícias "rebeldes" para o que se revelou como um banho de sangue racista.


O povo nativo do Saara, os tuaregues, cujos combatentes berberes Kadafi havia protegido, fugiu através da Argélia para o Mali, onde os tuaregues desde a década de 1960 reivindicam um estado separado. Como destaca o sempre vigilante Patrick Cockburn, é esta disputa local, não a Al-Qaida, que o Ocidente mais teme no Noroeste da África... "por pobres que possam ser, muitas vezes os tuaregues vivem em cima de grandes reservas de petróleo, gás, urânio e outros minérios valiosos".


Quase certamente a consequência do ataque francês/estado-unidense ao Mali em 13 de Janeiro, o cerco a um complexo de gás na Argélia que acabou de forma sangrenta, inspirou em David Cameron um momento 11/Set. O antigo relações públicas da Carlton TV enfureceu-se acerca de uma "ameaça global" que exigiria "décadas" de violência ocidental. Ele queria dizer a implementação dos planos de negócios do Ocidente para a África, juntamente com a violação da Síria multi étnica e a conquista do Irão independente.


Cameron agora ordenou o envio de tropas britânicas para o Mali e enviou para lá um drone da RAF, enquanto o seu prolixo chefe militar, general sir David Richards, dirigiu "uma mensagem muito clara a jihadistas de todo o mundo:   não nos provoquem e não nos embaracem. Trataremos disto de forma robusta" – exactamente o que jihadistas querem ouvir. O rastro de sangue de vítimas do terror do exército britânico, todos muçulmanos, seus "sistémicos" casos de torturas actualmente a caminho do tribunal, acrescenta ironia às palavras do general. Certa vez experimentei os meios "robustos" de sir David quando lhe perguntei se lera a descrição da corajosa feminista afegã Malalai Joya do comportamento bárbaro de ocidentais e seus clientes no seu país. "O senhor é um apologista do Taliban" foi a sua resposta (posteriormente desculpou-se).


Estes comediantes lúgubres são extraídos directamente [do escritor] Evelyn Waugh e permitem-nos sentir a estimulante aragem da história e da hipocrisia. O "terrorismo islâmico", que é a sua desculpa para o roubo continuado das riquezas da África, foi praticamente inventado por eles. Já não há qualquer desculpa para engolir a linha da BBC/CNN e não conhecer a verdade. Leiam
Secret Affairs: Britain's Collusion with Radical Islam de Mark Curtis (Serpent's Tail) ou Unholy Wars: Afghanistan, America and International Terrorism, de John Cooley (Pluto Press) ou The Grand Chessboard de Zbigniew Brzezinski (HarperCollins) que foi o parteiro do nascimento do moderno terror fundamentalista. Com efeito, os mujahedin da Al-Qaida e os Talibans foram criados pela CIA, o seu equivalente paquistanês, o Inter-Services Intelligence, e o MI6 britânico.

Brzezinski, conselheiro de segurança nacional do presidente Jimmy Carter, descreve uma directiva presidencial secreta em 1979 que principiou aquilo que se tornou a actual "guerra ao terror". Durante 17 anos, os EUA deliberadamente cultivaram, financiaram, armaram e fizeram lavagem cerebral a extremistas da jihad que "saturaram de violência uma geração". Com o nome de código Operation Cyclone, este foi o "grande jogo" para deitar abaixo a União Soviética mas que deitou abaixo as Torres Gémeas.


Desde então, as notícias que pessoas inteligentes e educadas tanto distribuem como ingerem, tornou-se uma espécie de jornalismo Disney, fortalecido como sempre, pela licença de Hollywood para mentir e mentir. Está para ser lançado o filme
Dreamworks sobre a WikiLeaks, uma trama inspirada por um livro de tagarelices pérfidas de dois jornalistas do Guardian que se enriqueceram, e há também o Hora negra (Zero Dark Thirty), filme que estimula a tortura e o assassínio, dirigido pela ganhadora do Oscar Kathryn Bigelow, a Leni Riefenstahl do nosso tempo, que promove a voz do seu mestre tal como fez a realizadora de estimação do Fuhrer. Este é o espelho de sentido único através do qual nós mal vislumbramos aquilo que o poder faz em nosso nome.




O original encontra-se em http://johnpilger.com/...

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

Segunda-feira, 29 de Abril de 2013

A Sabedoria Arrasa a Estrutura Cultural

“Os homens despertos estão todos no mesmo mundo. Quando dormem, vai cada um para o seu mundo.”
Heráclito


Este foi um dos comentários mais inteligentes e fantásticos que encontrei na internet. Faço questão de partilhar:


Saber que estamos no mesmo mundo em que viveram os sábios da China e do Egito, os profetas de israel, os místicos hindus, os sacerdotes africanos e indígenas, os filósofos da Grécia e da Europa medieval, e que substantivamente nossa vivência da realidade não é mais rica nem mais válida que a deles, deveria bastar para alertar o sr. de que suas idéias, se não resistem a um confronto com a unanimidade dos séculos,não devem valer grande coisa.


As três formas essenciais de registro da experiência espiritual humana são o mito, a revelação, a filosofia clássica. Essas três linguagens são eminentemente intertraduzíveis. Pelo seu estudo apreendemos a unidade da experiência humana da existência e descobrimos o óbvio: que ela forma o fundo do qual emergem todos os conceitos, todas as idéias, todos os critérios de conhecimento, mesmo nas ciências mais presumidamente autônomas como a física e a química.
 

Fora disso, é tudo loucura pessoal ou moda cultural, destinada a dissolver-se no esquecimento, por mais barulho que faça durante algum tempo. No entanto, é impressionante o número de filósofos dos dois últimos séculos que,com candura quase psicótica, asseguram que toda a humanidade anterior esteve enganada quanto a si própria e que eles são os primeiros a desvelar a autêntica realidade. Por milênios as gerações dormiram,  imersas em mundos fictícios, até que Karl Marx, Freud, Nietzsche ou Heidegger, viessem despertá-las para lhes informar — finalmente! — onde estavam. Acreditavam buscar Deus ou a Sabedoria, Marx informa-lhes que apenas defendiam inconscientemente uma ideologia de classe. Imaginavam aspirar à perfeição moral, Freud lhes revela que era tudo um disfarce do desejo sexual reprimido. Sonhavam realizar elevados ideais,  Nietzsche lhes mostra que só queriam o poder. Pensavam investigar o ser, Heidegger acusa-os de encobri-lo. Isto quando não aparece algum desconstrucionista para lhes dizer que nem mesmo existiam, que eram apenas signos de um texto imaginário.

Mesmo quando a investigação revela que essas interpretações pejorativas foram construídas em cima de fraudes, de manipulações e de ilogismos assombrosos, seu prestígio atual é tão grande que elas encobrem com sua sombra tudo o que veio antes delas, como se Sócrates ou Lao-Tsé não tivessem mais o direito de falar com suas próprias vozes, mas só pela boca de algum fiscal moderno. O resultado é que cada “nova verdade!" em vez de aumentar o acervo dos conhecimentos, só serve para suprimi-lo, para torná-lo incompreensível às gerações subseqüentes. A experiência humana de um Marx, de um Freud, de um Nietzsche — para não falar de um Sartre ou de um Foucault — é extraordinariamente diminuída, contraída, deixando de fora continentes inteiros registrados no legado universal. Para ser aceitos na comunidade intelectual elegante, temos de recortar nossa alma segundo o figurino desses egos mutilados, desprezando tudo o que não caiba no seu horizonte restrito. A “autoridade da ignorância”, como a denomina Eric Voegelin, tornou-se o critério supremo em todas as discussões. 


Platão e Aristóteles estavam conscientes, por exemplo, de que não podiam usar termos gerais sem primeiro decompô-los analiticamente em suas várias camadas de significado. Passados mais de dois milênios, aceitamos grosseiras figuras de linguagem — “materialismo dialético”, “libido”, “vontade de poder” — como se fossem conceitos objetivos e nem sequer nos damos conta, de que não resistem à mais modesta decomposição analítica.  Raciocinamos por fetiches e fórmulas mágicas. 
Acreditando estar no pináculo do conhecimento, descemos ao nível do auto-engano pueril.

Domingo, 28 de Abril de 2013

Espírito Infinito

 Devemos viver em sincronia com o corpo para compreender e interiorizar a Sabedoria. Por trás de coincidências, a experiência simbólica ou significativa, quando a dualidade de matéria e Espírito se desvanece e confirma a existência da membrana do Infinito que compõe Universos.

É mais do que um momento de magia, quando o Universo inteiro parece comunicar-se directamente, como se todas as coisas tivessem o seu pensamento e estão lá para que interpretemos a mensagem.

 Cada experiência de sincronia é um sinal, uma mensagem, um aviso, uma tradução do Divino na carne, um contínuo de inteligência que se amplia no total desconhecido: Aquele que nunca se conheceu nem nunca se há-de conhecer. A razão tenta explicar o inexplicável, mas temos de viver a Sabedoria de estar conscientes, de que O Infinito nunca será conhecido com a tirania da razão e interiorizar o conhecimento verdadeiro, além da emoção e do sentimento, mais além da intuição.


 Se olharmos para dentro de nós próprios saberemos que a sincronia funciona a partir de cada órgão, cada célula, cada nervo, ou cada gota de sangue e forma um espectro contínuo de filamentos de energia que se amplia além dos limites do Infinito Útero.


Nós sentimos essa sincronia, sentimos que estamos conectados a todas as coisas, a cada acto e cada pensamento influencia tudo. Como a nossa mente é a mente de todas as coisas, o nosso ser é uma possibilidade única. O que designamos Universo, é um número infinito de dimensões, o que designamos de realidade, é o medo do desconhecido, mas quando sincronizamos o psíquico que liga todas as dimensões, vemos dentro de nós que somos pura energia, é como assistir a um pôr do sol no mar: compreender a inteligência que move as ondas e se sincroniza com a luz solar, produz uma beleza que faz cair lágrimas de alegria.

É portanto imperativo a experiência de existência do número infinito de mundos, para introspeccionar todos os segmentos de energia e assim a inteligência infinita que nunca poderá abarcar um Deus. Deus não é a experiência do infinito, é insuficiente para interpretar o êxtase. Deus está limitado à moralidade e obediência cega imposta; Deus é servilismo.

A experiência do divino não é apenas celeste, é também carnal, terrena., cai como trovões e raios em forma de causas. A Divindade está presente nas galáxias, mas também nas florestas, na Natureza da qual fazemos parte. É graças ao Dom de estarmos Conscientes do Infinito que participamos do êxtase do conhecimento, da satisfação, da realização e da Infinita Possibilidade. Uma orgulhosa humildade é característica de quem tenha experimentado o prazer do entendimento para a Eternidade, não tanto como um círculo que se repete eternamente, mas como um útero imenso que tudo abarca e do qual somos partículas. 


A Eternidade é não só um conceito que a razão não pode entender, é questão de observar os ciclos que se repetem na Natureza e compreender que o Eterno está no instante, só assim a consciência do Infinito se mantém intacta.
 
Na nossa viagem pela vida encontramos um sem número de mitos, lendas, religiões, ideologias, sistemas de crenças como a ciência dogmática e qualquer outro dogma que nos distancia da Eternidade. Como exemplo temos o tempo linear do judaísmo, que provocou a doença espiritual de que dificilmente a humanidade  poderá curar-se, mas não digo que seja incurável, porque a peste do tempo linear é o servilismo espiritual e tem como desígnio derrotar-nos pelo efeito dos ciclos.

Os paradigmas não são eternos como dizia Heráclito "O único eterno é a mudança". A doença mental do dogma será vencida pela percepção da Eternidade e pela Infinita Possibilidade do Espírito que despertou por experiência própria. De imediato os dualismos serão extraidos como tumores cancerígenos da Consciência Colectiva e assim outra perspectiva da realidade será possível, sem essa carga negativa que representam os sistemas de crenças impostos, para que nos mantenham adormecidos e escravizados.

 Estar consciente dos confins do que existe é entrar num  estado superior com o qual o Espírito se nutre, como o riso, o choro  e o orgasmo são Estados de Infinito. Quando se cala o interior  barulhento e se está atento a todas as sincronias  com que a Divindade  comunica, para que chegue ao caminho da plenitude e realização. Não existe uma finalidade única, a existência é o instante. A membrana do Infinito está sempre e em cada momento que ocorre, criando-se e destruindo-se infinitamente nas eras das eras. Nós somos apenas canais para expressar a Consciência desse Infinito. Temos o dom de abarcar com o Espírito o mais além das estrelas.  Somos como campos electromagnéticos num oceano infinito-cósmico que se estende até ao desconhecido.

 Assim  actualizamos no nosso interior a omnipotência, omnisciência e omnipresença, ao sincronizarmo-nos  com os fios que unem a Totalidade…  voltamos a esse estado original de inocência, humildade, criatividade e pureza, que caracteriza as crianças e animais e todas as criaturas que representam a Divindade

Este texto é dedicado ao Meu Infinito Amigo, Aldo Luiz, um dos Seres Elementais mais Harmoniosos do Infinito e também meu Guardião.

fonte: Textos de Caos y Destruccion 

Filme a não preder :  Cloud Atlas

Quinta-feira, 25 de Abril de 2013

Se isto é a Evolução humana, espero a bomba atómica final.

Documento que registra extermínio de índios é resgatado após décadas desaparecido

Relatório de mais de 7 mil páginas que relatam massacres e torturas de índios no interior do país, dado como queimado num incêndio, é encontrado intacto 45 anos depois
A expedição percorreu mais de 16 mil quilômetros e visitou mais de 130 postos indígenas onde foram constatados inúmeros crimes e violações aos direitos humanos. O governo ignorou pedido do Relatório Figueiredo para demitir 33 agentes públicos e suspender 17
Depois de 45 anos desaparecido, um dos documentos mais importantes produzidos pelo Estado brasileiro no último século, o chamado Relatório Figueiredo, que apurou matanças de tribos inteiras, torturas e toda sorte de crueldades praticadas contra indígenas no país – principalmente por latifundiários e funcionários do extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI) –, ressurge quase intacto. Supostamente eliminado em um incêndio no Ministério da Agricultura, ele foi encontrado recentemente no Museu do Índio, no Rio, com mais de 7 mil páginas preservadas e contendo 29 dos 30 tomos originais.
 
 
Em uma das inúmeras passagens brutais do texto, a que o Estado de Minas teve acesso e publica na data em que se comemora o Dia do Índio, um instrumento de tortura apontado como o mais comum nos postos do SPI à época, chamado “tronco”, é descrito da seguinte maneira: “Consistia na trituração dos tornozelos das vítimas, colocadas entre duas estacas enterradas juntas em um ângulo agudo. As extremidades, ligadas por roldanas, eram aproximadas lenta e continuamente”.
Entre denúncias de caçadas humanas promovidas com metralhadoras e dinamites atiradas de aviões, inoculações propositais de varíola em povoados isolados e doações de açúcar misturado a estricnina, o texto redigido pelo então procurador Jader de Figueiredo Correia ressuscita incontáveis fantasmas e pode se tornar agora um trunfo para a Comissão da Verdade, que apura violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988.
 
 
A investigação, feita em 1967, em plena ditadura, a pedido do então ministro do Interior, Albuquerque Lima, tendo como base comissões parlamentares de inquérito de 1962 e 1963 e denúncias posteriores de deputados, foi o resultado de uma expedição que percorreu mais de 16 mil quilômetros, entrevistou dezenas de agentes do SPI e visitou mais de 130 postos indígenas. Jader de Figueiredo e sua equipe constataram diversos crimes, propuseram a investigação de muitos mais que lhes foram relatados pelos índios, se chocaram com a crueldade e bestialidade de agentes públicos. Ao final, no entanto, o Brasil foi privado da possibilidade de fazer justiça nos anos seguintes. Albuquerque Lima chegou a recomendar a demissão de 33 pessoas do SPI e a suspensão de 17, mas, posteriormente, muitas delas foram inocentadas pela Justiça.
 
 
Os únicos registros do relatório disponíveis até hoje eram os presentes em reportagens publicadas na época de sua conclusão, quando houve uma entrevista coletiva no Ministério do Interior, em março de 1968, para detalhar o que havia sido constatado por Jader e sua equipe. A entrevista teve repercussão internacional, merecendo publicação inclusive em jornais como o New York Times. No entanto, tempos depois da entrevista, o que ocorreu não foi a continuação das investigações, mas a exoneração de funcionários que haviam participado do trabalho. Quem não foi demitido foi trocado de função, numa tentativa de esconder o acontecido. Em 13 de dezembro do mesmo ano o governo militar baixou o Ato Institucional nº 5, restringindo liberdades civis e tornando o regime autoritário mais rígido.
O vice-presidente do grupo Tortura Nunca Mais, de São Paulo e coordenador do Projeto Armazém Memória, Marcelo Zelic, foi quem descobriu o conteúdo do documento até então guardado entre 50 caixas de papelada no Rio de Janeiro. Ele afirma que o Relatório Figueiredo já havia se tornado motivo de preocupação para setores que possivelmente estão envolvidos nas denúncias da época antes de ser achado. “Já tem gente que está tentando desqualificar o relatório, acho que por um forte medo de ele aparecer, as pessoas estão criticando o documento sem ter lido”, acusa.
 
 ,
Suplícios
O contexto desenvolvimentista da época e o ímpeto por um Brasil moderno encontravam entraves nas aldeias. O documento relata que índios eram tratados como animais e sem a menor compaixão. “É espantoso que existe na estrutura administrativa do país repartição que haja descido a tão baixos padrões de decência. E que haja funcionários públicos cuja bestialidade tenha atingido tais requintes de perversidade. Venderam-se crianças indefesas para servir aos instintos de indivíduos desumanos. Torturas contra crianças e adultos em monstruosos e lentos suplícios”, lamentava Figueiredo. Em outro trecho contundente, o relatório cita chacinas no Maranhão, em que “fazendeiros liquidaram toda uma nação”. Uma CPI chegou a ser instaurada em 1968, mas o país jamais julgou os algozes que ceifaram tribos inteiras e culturas milenares.
Felipe Canêdo

Via Com Texto Livre

Domingo, 14 de Abril de 2013

Não Igorem a Deusa



A Serpente é símbolo da Sabedoria em diversas tradições a responsável pelo despertar da Consciência. Não foi à toa que a Serpente "procurou" primeiro a Mulher,  muito intuitiva. Somente a intuição pode romper com as normas estabelecidas e inaugurar novas abordagens da realidade. É ela que permite grandes saltos no tratamento de questões complexas; ao contrário da abordagem racional, passo a passo, mais própria do homem. A serpente sábia procurou Eva (a intuição) e não Adão (a razão) para alcançar o seu objectivo.

A  Serpente é uma das manifestações mais antigas da Grande Mãe. O Seu significado está no facto de que o seu Símbolo (o ouroboros, uma serpente que morde a própria cauda formando um circulo) representa a continuidade da Vida e do Universo:  Assim sendo, precisamos perder para ganhar, diminuir para crescer, morrer para viver e tal facto ainda está ligado ao ciclos lunares da Deusa e suas facetas (Donzela , Mãe e Anciã) que representam a Coragem, o Amor e a Sabedoria, sendo a Sabedoria o ultimo estágio da evolução da alma feminina. Depois da Sabedoria chegamos à plenitude do Ser.


Sou herdeira das Deusas, Rainhas e Sacerdotisas do passado e as represento hoje aqui trazendo a magia e a força da Grande Mãe à Terra. Nos momentos difíceis da minha vida, nos momentos em que me faltar a Sabedoria, acredito e tenho a ajuda das minhas antepassadas.
Que no momento em que eu olhar o céu nocturno eu saiba que tenho a mesma força das mulheres e homens que reinaram antes de mim e o fizeram guiados pela Sabedoria da Grande Deusa.



É claro que para a nossa estrutura cultural a única civilização humana na Terra foi a nossa, pois tudo o resto contraria a "TEORIA da evolução" assim como há uns anos atrás, atrapalhava o "Criacionismo"




Para uma viagem alucinante, clique aqui






Sobre os Mistérios da Lua um documentário completo que me foi enviado por alguém que gosta e percebe realmente de fotografia espacial: