
O atentado foi atribuido a um inaudito novo inimigo ultrapoderoso, Al Qaeda, dirigido por um agente da CIA —Osama Bin Laden—, que tinha organizado a resistência contra a ocupação soviética no Afeganistão nos anos 80. Bin Laden era em 2001 um homem moribundo afectado de câncer, a causa pela qual faleceu em Dezembro daquele mesmo ano num hospital no Cairo. Deixou vários vídeos gravados e prestou assim o seu último serviço à Nova Ordem Mundial. Mais tarde, quando foi necessária uma maior aparição de Bin Laden nos Media, foi trocado por duvidosos duplos —a especial fisonomia de Bin Laden era impossível de igualar — pelo que deixou de ser visto durante anos. Osama morreu oficialmente a 2 de Maio de 2011 no seu suposto refúgio de Abbottabad, Paquistão. Nunca se viu o seu cadáver. Foi absurdamente atirado de um helicóptero norte americano em alto mar, para que ninguém pudesse comprovar que a sua segunda morte foi uma representação.
Três meses antes do 11/9, o magnata judeu Larry Silverstein foi deixado nas Torres Gêmeas, assegurando que estas seriam imunes a atentados terroristas, estando ele alinhado com o projecto de reconstrução de outro judeu, o arquitecto Daniel Libeskind. Assim são os judeus: um bom plano geo-estratégico para a implantação da Nova Ordem Mundial Judaica, deve começar por dar bons lucros aos implicados. Todos recordamos Silverstein ordenando por via telefónica: “Pull it down!”, referindo-se ao edifício WTC 7, que não foi atingido por nenhum dos aviões, mas cujo colapso forçado era perfeito para completar o seu negócio especulativo.
A evidencia de que se tratou de uma demolição controlada foi certificada por centenas se não milhares de arquitectos e engenheiros de todo o mundo, os quais analisaram meticulosamente os cálculos e a estrutura do edifício, comprovando que o impacto dos aviões tinha sido perfeitamente assumido pela magnifica estrutura de aço preparada para resistir a furacões e terramotos de escala máxima; e que os incêndios do combustível das aeronaves resultaram absolutamente inócuos para os edifícios, pois não se alcançaram os 750 graus Celsius, como evidenciou a temperatura da cor das chamas. Mas a verdade para o povo norte americano, esse rebanho de focas doentes de obesidade mórbida e moleza intelectual, é o que dizem a FOX, a CNN, a NBC, a ABC e o resto dos media judeus, que são 96% do total, controlados todos por apenas seis familias judias.
Quanto ao Pentâgono deixo a pergunta: O Echelon não registou?
Depois de uma autêntica maré propagandística por trás dos atentados, o Congresso dos EUA aprovou o Patriot Act, que suspendeu os direitos fundamentais da cidadania norte americana. A base militar de Guantânamo preparou-se para receber milhares de prisioneiros aos quais se pode torturar, e que pelos vistos foi sempre assim e continuará a ser, pois em 2013 a III Guerra Mundial ainda está nos seus primeiros dias.
Os EUA lançaram-se em pé de guerra total, invadiram o Afeganistão sob pretexto de que Osama Bin Laden andava oculto em alguma gruta perdida no Hindukush. Na realidade, com a invasão, estancavam a conduta do petróleo do Irão para a China, cujo oleoduto estava em projecto. Quando os congressistas democratas expressaram os seus protestos ante a escalada de violência de guerra do governo Bush em Outubro de 2001, receberam umas quantas cartas com antrax que foram um bálsamo para os seus sintomas anti-patrióticos. Depois soube-se que o antrax provinha dos United States Army Biological Warfare Laboratories de Fort Detrick, en Maryland.
Seguiu-se a invasão do Iraque, tendo sob pretexto a hipótese de que seu outrora aliado, Saddam Hussein — quem armado pelos EUA, combateu contra o Irão pós-Xa desde 1980 a 1988— possuía armas de destruição maciça que iria utilizar muito breve. Contra quem? Não contra os EUA a 10.000 km de distancia, mas sim contra Israel. Demonstrou-se logo que não existiam tais armas, que tudo isso era outra escandalosa mentira da CIA, mal apoiada pela Mossad. Mas o país onde se diz que Deus fundou o Paraíso terreno foi arrasado, todas as suas riquezas culturais destruídas ou saqueadas e ainda hoje, mais de uma década depois, o país não consegue ter paz, porque os atentados terroristas sucedem-se diariamente.
Para atirar os aliados para a guerra pelo petróleo, os atentados de falsa bandeira repetiram-se no 11 de Março de 2004 em Madrid e a 7 de Julho de 2005 em Londres, todos executados pela inteligência israelita Mossad com apoio da OTAN.
Desde então, todos os países árabes ou muçulmanos produtores de petróleo, desde a Líbia até à Síria, foram atacados pelos EUA ou pelas forças da OTAN, excepto o Irão e os países aliados dos EUA, como Arábia Saudita. Muitas vezes, as provocações do estado fascista de Israel serviram de pretexto para as invasões posteriores do Império. Foram também atacados mediante atentados terroristas de falsa bandeira países como a Noruega, por se negar a bombardear Líbia.
A III Guerra Mundial está em marcha e é uma guerra total. Os posicionamentos da Rússia e da China são cruciais. Em qualquer momento pode desencadear-se uma guerra nuclear aberta. Israel lançou una bomba atómica táctica de baixa potência sobre Damasco e ameaçou lançar uma nuvem cogumelo sobre Teerão em diversas ocasiões. Já lançou bombas convencionais contra instalações nucleares iranianas e preparou uma operação para bombardear a central de Natanz, onde colocam a hipótese de que milhares de centrifugadoras produzem urânio enriquecido, assim como nas instalações de Eshafan, bem como o reactor de água pesada de Arak.
Nos dias de hoje , as forças da OTAN defendem que a guerra é da Al Qaeda contra o regime sírio de Al Assad com armas e munições. Ou seja, estão a apoiar e a armar o seu suposto inimigo a Al Qaeda, exactamente o mesmo que fizeram na Líbia, demonstrando assim o utilitarismo do conceito do terror global e o que a Al Qaeda é na realidade, uma horda de mercenários pagos pelo Ocidente para arrasar a parte do mundo muçulmano, cujo subsolo é abundante em lençóis de crude de fácil extracção. É com mais sanha ainda, quando se trata de territórios que "Sião" considera como próprios do "Grande Israel" por direito divino.
Se as forças da OTAN não bombardearam o território sírio ainda, como fizeram na Líbia, é porque a Rússia colocou lá dezenas de mísseis S-300. A Síria é o cenário actual da guerra entre dois blocos: O Imperio Judeu-Euro-Americano e a resistência Russo-Comunista a que se juntam forças tão heterogéneas quanto o Hezbolah —2000 membros uniram-se ao exército regular sírio para libertar Qusayr— ou efectivos do exército iraniano. A Rússia não necessita do petróleo do Médio Oriente, mas não pode tolerar a ocupação ocidental nos arredores das suas fronteiras. Já os EUA mostraram as suas piores intenções armando o governo da Georgia na crise da Ossétia e inclusivamente, houve efectivos do exército regular norte-americano e britânico a combater no terreno, com muitas baixas e prisioneiros. Putin não baixará a guarda desta vez.
Na escalada de tensão foi crucial o lançamento por parte de Israel, de uma bomba de penetração de alta eficiência, uma ogiva nuclear táctica de dois kilotones, a princípios de Maio de 2013 nas proximidades de Damasco. O presidente Netanyahu aludiu ao inqualificável acto de guerra como um "ataque preventivo para a eliminação de armas de destruição maciça". Outra vez o mesmo subterfúgio, que voltou a repetir-se há poucos dias, quando se mostraram terroristas da Al Qaeda com os efeitos do gás sarín, seguramente procedente da Turquia. Uma nova ficção como justificação de ataques ulteriores. Mas atacar Damasco parece ter-se voltado contra eles. A adesão do Hezbollah à causa de Al Assad assim o prova. Netanyahu parece crer que pode atacar território árabe sem que os povos árabes da zona, inclusive os inimigos do regime sírio, reajam contra. Ou é um gesto calculado para obrigar os EUA a intervir ante tais alianças?
Não é a primeira vez que se utilizam bombas nucleares tácticas de potência variável na zona: Na Primeira Guerra do Golfo, os norte-americanos lançaram uma bomba nuclear de 5 kilotones entre Basora e a fronteira do Iraque. Insistimos em que o bombardeio das instalações perto de Damasco foi um ataque nuclear, por mais que os Media não o mencionem. O duro ataque foi uma represália pelo afundamento de um submarino israelita com equipamento nuclear de construção alemã, por cargas de profundidade lançadas de uma lancha de la patrulha naval Síria.
A desfaçatez dos EUA e Israel não tem limites. Estão ambos dispostos à guerra, a Sinarquia (conjunto de poderes) Financeira Internacional de Londres. Enquanto isso, Moscovo e Pequim compram todo o ouro possível nos mercados internacionais, fazendo caso omisso das manipulações do preço pelos banksters londrinos. Sabem da sua importância capital no pós guerra, uma vez que todas as moedas fiduciárias perdem o valor simbólico.
O único travão a toda esta loucura, seria se o próprio governo de Obama se assustasse perante uma escalada de tensão que não esperava: A Rússia assumiu que a guerra mundial é inevitável. Há uma década que constrói refúgios nucleares e está presente na batalha: desalojou de seus esconderijos dezenas de mísseis de cruzeiro S-300 para território sírio, como levou para lá das fronteiras sírias dezenas de milhares de efectivos, várias divisões blindadas e mobilizou submarinos, vários destroyers e um porta-aviões na costa síria, assim como vários submarinos nucleares para o Hemisfério Sul. Mas a política de apaziguamento de Obama a Israel não funcionou. Há um ano atrás, Obama ofereceu garantias ao lobby judeu mais poderoso dos Estados Unidos, de que o Irão não dispunha de armas nucleares. Mas isso Sião sabia-o. E não é isso que lhe importa. Querem levar adiante o projecto do "Grande Israel" a qualquer preço, oferecendo ao néscio Golias yankee o petróleo barato da zona. E o néscio Golias acaba de mobilizar hoje mesmo, uma divisião de marines na fronteira entre a Siria e Jordania. Enquanto a Rússia se dispõe a mobilizar "apaziguadoras forças de intervenção" na fronteira entre Síria e Israel.
Estão loucos os judeus-sionistas? Por agora parece que estão a perder a batalha na Síria. Mas os judeus sempre foram crentes, de que debaixo da protecção do seu deus Jehová, a vitória é para os ousados e que o fim justifica os meios: A Mentira permanente, A Guerra, A Estafa, O Genocídio, A Manipulação Mediática, o que seja. Tudo vale a pena para tornar realidade esse "Grande Israel" que abarcará desde o Tigre na Península Arábica, toda a Síria, metade do Iraque, toda a Jordânia, uma parte do Kuwait, que lhe dará saída ao Golfo Pérsico e uma parte do Egipto, que chega até ao Cairo. Ou seja, todo o cenário bíblico visto pelo povo de Israel, desde a morada de Adão e Eva, ao Êxodo do Egipto, cruzando o Mar Vermelho, com término em Jerusalém. Isso é produto da insanidade mental colectiva ou perfeitamente possível?
A economia de guerra impõe-se no mundo. Assim se explica a intencionada e absolutamente evitável crise económica provocada pela Sinarquia Financeira Internacional como elemento prévio para forçar a guerra.
Os ricos acomodados são sempre pacifistas. Os pobres arruinados são carne para canhão. As armas estão prontas. Os cadáveres desta III Guerra Mundial seremos nós, as populações do mundo inteiro. Se os falcões norte-americanos impõem o seu critério ao de Obama, que será mais que provável , dada a influência que têm os lobbys judeus norte americanos, e sabendo que 70% dos funcionários que rodeiam Obama são judeus sionistas, vamos morrer como escaravelhos pulverizados com Zyklon B.
O caso é que, dada a atenção que o mundo presta a todos estes feitos, nem sequer nos vamos aperceber. Morreremos enquanto vemos qualquer programa de lixo na televisão.. Não se perderá demasiado com isso, excepto os muitíssimos mortos do "Raça Superior" ou "Povo Eleito", que desta vez sim, acudirão pontuais ao seu particular Holocausto ---- "sacrifício a Jehová de corpos de vítimas incinerados até á sua consumação total"— no território do actual Israel.
É o que têm algumas grandes mentiras universais: Cedo ou tarde se tornarão reais .
fontes: http://acratasnew.blogspot.com.es/2013/06/guerra-contra-el-terrorismo.html
http://consciencia-verdad.blogspot.pt/2013/06/geoestrategia-del-nuevo-orden-mundial.html
A tradução é da minha autoria.


















Fonte: Artigo impresso no jornal israelita "Ma'ariv" em língua hebraica com o titulo "Quem controla o Governo dos Estados Unidos?" com data de 2 de Setembro de 1994 e traduzido por Israel Shahak, Artigo actualmente dentro da base de dados da web Nizkor.
http://www.thephora.net/forum/showthread.php?t=2990
http://www.thephora.net/forum/archive/index.php/t-2990.html
A tradução para português é da minha autoria